domingo, 8 de junho de 2008

a gente conhece um carinha, olha e acha gato! enquanto ele fala alguma bobagem qualquer sobre algum assunto qualquer, a gente analisa de pé-a-ponta e faz aquela seleçao instintiva básica enquanto visualiza mentalmente ele pelado na nossa cama. lado de fora, ok.
aí volta pra terra e tenta compreender o sentido daquelas palavras aleatorias que ele escolhe pra falar. bingo! assunto identificado: a faculdade. ele faz faculdade, o que significa que, teoricamente, ha de ter um emprego. beleza... futuro estável, ok!
aí tem aquela coisinha de se entender e tal, que nao tem mto receita nem análise. se nao der certo, nem insista! mas agora, nao é o nosso caso. pronto, ele passou em tudo.
aí a gente pega.
pega de novo.
de novo.
e namora...
na-mo-ra.
uhu-nova-iguaçu. faz o menino de gato e sapato. revira no avesso. passeia de mao dada. fica em casa, vai pra balada, paparica, nao sai da cama, nao sai da escada, nao sai da rua... e aí ele relaxa.
a pancinha cresce, os assuntos s-e-m-p-r-e iguais da faculdade chata que a gente ja nao suporta mais, e que vao dar a ele aquele emprego in-su-por-tá-vel que ainda nem surgiu ainda, mas que a gente já sabe que vai roubar horas do dia e da noite, porque saindo do escritorio o meninao vai pautar em casa todos os problemas da escravidao.
grrrrrrrrrrrrrrrrrrr.
a pele começa a ficar ruim. a balada começa a ficar cansativa. a gente ja nao aguenta mais ficar em casa. a gente nao aguenta mais ficar na rua. a gente nao aguenta mais aquele encosto! começa até a comer pão só pra dar uma voltinha sozinha na padaria.
aí desiste de tudo e bota um ponto final. beijonaomeliganemmemandamensagem, sabe? a gente nao quer mais aquele corpinho nem de luva e cachecol na nossa cama, a estabilidade do futuro ficou estável demais, o felling mó-rreu*.
o bofe junta as tralhas e sooooome da nossa vida. mas a gente continua com o habito de comer pao e vai até a padaria to-do-san-to-dia. naquela, ali da esquina, sabe? aquela que tem um gatinho. ele faz cinema! vai virar estrela um dia. também, lindo daquele jeito... e, meniiiiina, a gente se entende taaaaaaaaao bem!
e tuuuudo recomeça. mas sem muito estresse, porque se a gente der sorte (e a gente sempre dá) depois de um tempo, cria o habito de ler, só pra poder ir até a livraria sozinha... ou quem sabe fica doente ou resolve ir comer uma pizza... =P



*mor-reu =)

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